A internet é uma ferramenta presente em todas as esferas do nosso cotidiano. As redes sociais, por exemplo, promoveram avanços inéditos na forma como interagimos e compartilhamos informações. Essa mudança também ocorreu na sala de aula, pois é muito comum observarmos alunos utilizando recursos digitais no ambiente escolar.

Utilizar as redes sociais na escola pode ser uma forma muito interessante de trabalhar com uma variedade de recursos disponíveis na internet, além disso o aluno pode aprender que a tecnologia não precisa ser direcionada apenas para o lazer e que é possível conquistar novos saberes no ambiente virtual.

Pensando nisso, muitos docentes querem utilizar as redes sociais na educação, mas não sabem como partir para a prática. Para conhecer mais sobre esse assunto, o professor ou qualquer pessoa interessada nesse tema pode fazer o nosso Curso Online Educação na Nova Era das Redes Sociais do Foco Educação Profissional, que possui cursos a distância de diversos temas que podem ser úteis para a sua prática.

Nesse artigo, vamos mostrar os principais pontos sobre esse assunto mencionado aqui e como a internet pode ser um instrumento importante no desenvolvimento do ensino. Vamos lá?

Inteligência coletiva e redes sociais na educação

O conceito de inteligência coletiva está relacionado ao conhecimento que temos na coletividade. O cientista Pierre Lévy, que pesquisa sobre o assunto, nos mostra que essa inteligência está presente na natureza. O pesquisador utiliza o exemplo de comunidades de animais, como o formigueiro ou as colmeias, que são capazes de se organizar quando estão diante do perigo e solucionar problemas em conjunto. Nós, seres humanos, também pensamos em grupo, mas o que nos diferencia é a utilização da linguagem.

A linguagem nos permite contar histórias, fazer questionamentos, termos idiomas diferentes, culturas distintas e criarmos instituições sociais complexas. Além disso, cada indivíduo possui a sua própria sabedoria e forma de pensamento, diferente da formiga, que não consegue pensar sozinha. Cada ser humano possui sua consciência pessoal no funcionamento do todo. Dessa forma, dominamos a biosfera.

Se pensarmos nos nossos ancestrais, identificamos que biologicamente somos iguais a eles. Mas afinal, o que mudou? A tecnologia, a forma de administrarmos a nossa comunicação e o nosso modo de vida está diferente. Desenvolvemos a mídia, os símbolos, as ferramentas matemáticas e isso ficou na nossa memória coletiva. Nós utilizamos a tecnologia para continuarmos evoluindo e torná-la ainda melhor do que em outras épocas passadas.

Em cada estágio de desenvolvimento da inteligência coletiva, conseguimos preservar o que foi aprendido e construir algo novo. Veja alguns exemplos de fases nas quais avançamos:

  • Conhecimento oral: criação das narrativas.

  • Sistema de escrita: aumento da memória/registro cultural.

  • Invenção dos símbolos: uso do alfabeto/papel.

Para Pierre Lévy, estamos no início de um grande avanço e por isso precisamos continuar criando formas de nos desenvolvermos. O poder da computação trouxe uma revolução científica que necessita progredir de forma contínua nas ciências humanas.

A internet, por exemplo, possibilitou o aumento da nossa capacidade cognitiva, a expansão da memória, o progresso na nossa percepção de mundo e uma maior reflexão sobre a forma como pensamos. Além disso, podemos ter acesso a imagens, filmes, músicas e informações de qualquer lugar do mundo. Esses fatores contribuíram para uma percepção mais aflorada e estimulou os nossos sentidos. Ao contrário da inteligência artificial, que tem como objetivo criar máquinas tão inteligentes quanto os seres humanos - ou até mais sábias, a inteligência coletiva visa o aumento das nossas capacidades para melhorar a forma como vivemos.

As redes sociais novas trouxeram algumas facilidades, como: propagação de ideias, discussões e divulgação de informações. Esses recursos estão ligados ao conceito de inteligência coletiva, pois permitem a interatividade e a elaboração de conteúdos em conjunto, o que é muito interessante para os ambientes escolares. Os estudos de Lévy nos mostram que a inteligência coletiva está relacionada à construção, ao acesso e ao compartilhamento de saberes nas redes sociais novas. Com o crescimento da participação das pessoas nos ambientes digitais, podemos atingir uma maior autonomia e democratizar o acesso à informação. O docente pode utilizar em conjunto a ideia de inteligência coletiva com as redes para elaborar propostas relevantes na escola. 

Para o educador que pretende realizar um projeto redes sociais na escola é preciso conhecer tudo o que cerca o universo digital, por isso estudar sobre o tema pode ser a solução. O nosso Curso Online Educação na Nova Era das Redes Sociais pode ajudar muito interessante quem quer se atualizar e conquistar uma nova oportunidade de trabalho. Estudar a distância é um jeito interessante de aprofundar os conhecimentos sobre o assunto, além da possibilidade de estudar noa horários e locais mais confortáveis.

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Avanços recentes das redes sociais

As redes sociais novas começaram a ser popularizadas depois dos anos 2000. Atualmente, as pessoas dedicam muitas horas do seu dia acompanhando seus perfis e entrando em contato com seus amigos. Dentre as mais populares, nós temos: Facebook, Twitter, Instagram e muitas outras. 

Se pensarmos em uma perspectiva histórica, as primeiras redes voltadas para a socialização dos indivíduos apareceram por volta de 1969, com a evolução da internet discada (dial up) e a criação do CompuServe, um dos pioneiros na disponibilização da conexão com a internet ao redor do mundo. Consequentemente, surgiu também o email e o Bulletin Board System, um software que permitia a conexão com a internet e a interação entre os conhecidos.

Em 1985, a AOL (America Online) foi a primeira a disponibilizar a criação dos perfis de usuário, nos quais cada um poderia colocar suas preferências, adicionar comunidades e conversar com os colegas. Essa mesma rede, anos mais tarde, desenvolveu um sistema para troca de mensagens (chat), que influenciou a criação de vários outros programas, inclusive os que são comuns hoje.

Na década de 90, ocorreu um grande esforço para evoluir os nossos sistemas de comunicação. O GeoCities surgiu nesse período e trouxe a possibilidade de as pessoas criarem os seus próprios sites. Essa plataforma foi um sucesso e foi posteriormente comandada pelo Yahoo. Outros serviços bem conhecidos nessa época foram “The Globe” e “Classmates”.

Conforme o tempo foi passando, a internet começou a ser popularizada e estar presente no ambiente familiar e no trabalho. Assim, a necessidade de redes sociais que interligassem as pessoas era muito grande.

Em meados de 2002, surgiu o Fotolog, site voltado para a publicação de fotos com postagens, onde os amigos podiam comentar e seguir os usuários que desejassem. Essa rede ficou muito popular e, embora tenha saído do ar, inspirou outras, como o Flickr. Não podemos esquecer de mencionar o Orkut, uma das redes de maior utilização por nós, brasileiros, e que só perdeu seu lugar para o Facebook, hoje a rede mais usada pelos adeptos das redes sociais.

As redes sociais trouxeram também a possibilidade de estudarmos pela internet. Nessa modalidade, o aluno consegue focar nos estudos no momento que desejar e pode fazer grandes economias de dinheiro. O curso online, geralmente, é mais barato do que o presencial, pois a instituição que o oferece, naturalmente, reduz gastos com a infraestrutura do local.

Diversos estudiosos acreditam que as redes sociais podem ainda evoluir muito e apostam que no futuro as redes de código aberto, nas quais o usuário pode modificar sua estrutura, são as que farão muito sucesso. Pensando nisso, é muito interessante estudar sobre esse universo e ficar por dentro de todas as novidades. O Foco Educação Profissional permite que você faça cursos online por um ano, pagando uma taxa de apenas R$69,90, você tem acesso a mais de 1.000 cursos a distância de mais de 20 áreas do conhecimento.

redes sociais na educação

Controvérsias sobre as redes sociais

As redes sociais facilitaram a nossa vida em muitos sentidos, atualmente é muito mais fácil se conectar com os amigos, conhecer pessoas e interagir virtualmente. Por outro lado, muito se discute sobre como essa nova forma de se relacionar pode mudar o nosso jeito de conviver com as pessoas na vida real e prejudicar o contato daqueles que convivem conosco fora da internet.

Os contrapontos são muitos em torno desse assunto. Há casais que acabam discutindo por desconfiança. Debates políticos também estão a todo vapor, o que é muito benéfico para a sociedade. Além disso, uma característica muito comum são as mobilizações em torno de um assunto ou notícia, ou até mesmo usuários que compartilham informações para ajudar alguém ou solucionar um problema.

Vale lembrar que é preciso refletir sobre o conteúdo que estamos lendo, pois nem sempre a informação divulgada nesses ambientes é verdadeira. Outro cuidado importante é com os dados pessoais mostrados nesses espaços, afinal, como as informações são acessíveis, fica muito mais fácil cairmos em um golpe ou que pessoas utilizem nossos dados com má-fé.

Abordar na escola essas questões ligadas a segurança online pode ser muito pertinente. Antes mesmo de realizar trabalhos que envolvam as redes sociais, a coordenação pode propor uma série de debates ou palestras que informem sobre como os alunos podem se proteger e evitar alguns desconfortos, como o bullying virtual.

O bullying online ocorre nas redes sociais com o envio de mensagens que humilhem ou exponham a pessoa. No ambiente escolar, esse tipo de comportamento é muito comum e, às vezes, é difícil de a criança ou o adolescente expor o que está acontecendo. A escola que discute sobre o assunto e mostra como isso pode ser prejudicial, com certeza melhora o relacionamento da turma como um todo. 

Se você tem interesse em conhecer mais sobre esse tema, faça o nosso Curso Online Educação na Nova Era das Redes Sociais, ele pode ser muito importante para você que quer ficar expert nesse assunto. O portal possui uma variedade extensa de cursos online na área de educação, desenvolvidos por uma equipe pedagógica experiente.

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A utilização das redes sociais na educação

Com o avanço da internet, a informação está acessível para qualquer pessoa e um desafio importante para os educadores é encontrar maneiras de inserir as redes sociais na educação para auxiliar o ensino.

Por isso, muitas vezes a saída é investir em um curso online, uma maneira rápida de você adquirir o conhecimento necessário. No Foco Educação Profissinal contamos com diversos cursos online com certificado para você escolher de acordo com a sua necessidade.

Outro ponto importante é que usar as redes sociais na educação apenas para ocupar o tempo disponível na escola, sem um objetivo específico, não é a melhor maneira de incluir a tecnologia no ambiente escolar. Especialistas enfatizam a necessidade de fazer um uso consciente e equilibrado para que se alcance resultados interessantes.

O docente que deseja criar o seu projeto redes sociais na escola pode trazer como proposta a importância dos adolescentes refletirem sobre o conteúdo que compartilham no Whatsapp e como é primordial ter atenção em relação às pessoas que recebem suas fotos ou vídeos. Afinal, é muito comum vermos casos de jovens que expõem a sua intimidade online e ficam constrangidos no seu círculo social.

Além do Whatsapp, existem outras redes que podem ser usadas para projeto redes sociais na escola, como Youtube, Instagram, Twitter, entre outras. O indicado é se certificar de que todos terão acesso à ferramenta. É importante também que comunicados e materiais importantes estejam disponíveis em outros lugares, como em um blog ou em alguma rede interna da escola.

O professor que está sempre estudando consegue realizar este tipo de proposta com mais facilidade. Se você quer se aperfeiçoar, escolha cursos online com certificado. Dessa forma, você pode aprender novas metodologias, afinal os cursos online são uma ótima forma de trazer novas ideias para a suas aulas.

As redes sociais e a aprendizagem colaborativa

O conceito de aprendizagem colaborativa diz respeito à construção do saber em equipe. Os alunos discutem sobre um assunto e desenvolvem projetos que consolidem o conhecimento. Uma maneira muito simples de trabalhar isso é criar grupos de estudo. Nele, os alunos vão progredir de forma cooperativa e aprender uns com os outros.

As redes sociais podem ser um instrumento facilitador da aprendizagem colaborativa. Porém, alguns professores ainda possuem resistência quanto à utilização desses recursos, às vezes por dificuldade no manuseio ou por falta de capacitação para utilizar as novas tecnologias. Consequentemente, muitos docentes ficam em dúvida sobre como colocar projetos que envolvam os recursos digitais em prática. Se você se encaixa nesse perfil, recomendamos que você procure cursos online com certificado. No Foco Educação Profissional temos curso online com opções de certificados que variam entre 5 a 360 horas, basta você investir na carga horária mais adequada para sua necessidade.

Na aprendizagem colaborativa, o aluno precisa ajudar a ensinar o outro, além de também conseguir solucionar suas dúvidas. Diferente do modelo tradicional, focado no professor, nesse tipo de metodologia o foco é no aluno, visando compreender suas necessidades e seus questionamentos.

Todo projeto relacionado a esse tipo de metodologia deve ter alguma relação com a aplicação prática, por isso é preciso propor trabalhos que os alunos pensem sobre como resolver problemas do dia a dia. Durante a execução da tarefa, o professor pode favorecer as interações sociais e a troca de experiência entre os educandos por meio de relatos sobre as vivências de cada um e discussões no decorrer do desenvolvimento do trabalho.

As redes podem ser um ótimo caminho para estimular esse aprendizado, por sua característica focada na interação, esse meio é muito enriquecedor na elaboração de debates e na criação de grupos de discussão. Utilizar as redes sociais na escola para promover a aprendizagem colaborativa é uma forma de tentar modificar a metodologia tradicional, assim como pode ser uma maneira de estimular a criatividade e o interesse dos educandos.

Você também pode investir nos seus estudos para lhe auxiliar durante a execução do projeto e ter novas ideias sobre como utilizar as redes na sala de aula. Para o professor, é fundamental sempre ir em busca de novos conhecimentos, por isso recomendamos que você faça algum curso online. Estudar a distância é um jeito fácil de buscar a teoria que você precisa para embasar as suas aulas. Com o Foco Educação Profissional, no Pacote Master por apenas R$69,90, você tem acesso a mais de 1.000 cursos a distância, elaborados por uma equipe pedagógica dedicada, não perca tempo e inscreva-se no nosso portal!

O que achou do assunto que abordamos aqui? Esperamos que tenha gostado e aprendido um pouco sobre esse tema tão interessante

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